Muito além da música: Rock Tracks revela o lado fitness do rock

O Rock Tracks revela como a rotina de um músico no palco pode ser fisicamente intensa, exigindo resistência, movimento e muita energia durante um show de rock.

Quem disse que, para gastar energia, é preciso estar na academia? No palco, o rock também pode exigir muito do corpo. Nesta semana, o Rock Tracks aborda justamente essa relação entre música e atividade física e mostra quanto um músico pode gastar de energia durante uma apresentação.

O destaque fica por conta do baterista Nick Gross, do Goldfinger, que revelou que a rotina de shows da banda pode ser bastante intensa. Com apresentações que incluem cerca de 90 minutos de bateria em ritmo acelerado, o músico estima um gasto de aproximadamente 3.500 calorias por show. A história levanta uma curiosa questão: será que tocar rock pode ser considerado uma forma de exercício?

E o programa não para por aí! A edição também celebra aniversários de grandes nomes do rock, como Mark Knopfler, Richie Ramone e Tommy Aldridge, além de lembrar a trajetória de João Vicenti, do Nenhum de Nós, e de Marcelo Nova, do Camisa de Vênus.

Entre os assuntos musicais, o Rock Tracks ainda destaca uma curiosa rivalidade entre Robert Smith, do The Cure, e Morrissey, uma homenagem emocionante feita por Eddie Vedder, do Pearl Jam, em Dublin, e os 40 anos do primeiro álbum do Capital Inicial. 

Confira o programa na íntegra e descubra se, no fim das contas, uma boa apresentação de rock pode mesmo fazer o papel de um treino!

🎸🤘O Rock Tracks, com apresentação de Gaby Pedroso, vai ao ar todo domingo, às 19h!

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