Como falar de vocação em tempos de inteligência artificial?

A cultura digital já faz parte da experiência humana e a animação vocacional precisa acontecer também neste ambiente. Entenda com esta dica de leitura do A12.

Livro da Editora Santuário propõe uma reflexão sobre animação vocacional na era hiperconectada.

Ajudar pessoas a descobrir o caminho no qual Deus as chama a seguir e servir é uma missão atribuída a agentes da animação vocacional.
Uma questão atual para estas pessoas é entender como este trabalho pastoral da Igreja, que deseja promover o discernimento de vocações, precisa ser adaptado à cultura digital em que vivemos.

Essa atenção se dá especialmente no contexto da inteligência artificial. Como o Papa Leão XIV já ressaltou, não podemos substituir a dignidade, liberdade e responsabilidade do homem pelo uso da inteligência artificial.

Nesse sentido, o Portal A12 traz como dica de leitura a obra “Habitar a cultura digital”, volume 2 da Coleção Formação e Animação Vocacional, publicada pela Editora Santuário.

Segundo os autores Marcus Tullius, mestre em Comunicação Social, e o jornalista Vinícius Borges, é necessário repensar a animação vocacional e os processos formativos a partir da nova realidade tecnológica.

“Redes sociais, plataformas e inteligência artificial já fazem parte da experiência humana, da construção da identidade e dos processos de discernimento vocacional”.

A obra oferece uma reflexão a partir do Magistério da Igreja. A leitura ajuda, antes de tudo, a reconhecer a cultura digital em que habitamos como uma dimensão constitutiva da vida humana e da experiência de fé. E, a partir disso, procura formar pessoas capazes de estar presentes no meio digital de modo evangélico, relacional e missionário.

Os autores conduzem o leitor a um panorama sobre a era comunicativa, abordando assuntos como a revolução permanente, plataformas digitais, interações, algoritmos, inteligência artificial e o humano como princípio fundamental. Além disso, apresenta pistas práticas para ocupar a cultura digital com espírito evangélico.

A seguir, você conhece um trecho do livro com o missionário redentorista, Pe. Alberto Pasquoto, C.Ss.R.

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