Dois indicadores divulgados recentemente apontam que o Brasil continua tendo um mercado de trabalho aquecido, mas as famílias convivem com o orçamento apertado e o aumento do endividamento. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, com recorde na população ocupada: 103 milhões de pessoas.
Ao mesmo tempo, dados do Banco Central mostram que a taxa média de inadimplência nas operações de crédito subiu para 5% em agosto. É o maior patamar desde o início da série histórica, em março de 2011. Outro dado é que as contas do governo registraram déficit primário de R$ 13,58 bilhões em agosto. Apesar de negativo, o resultado representa uma melhora em relação a agosto do ano passado, quando o déficit foi de R$ 16,2 bilhões, em valor corrigido pela inflação.
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